Tortas doces servidas no isopor viram febre em Goiânia e bombam nas redes sociais; conheça

Venda de doces em feiras de rua formam filas gigantescas e sucesso na web atinge milhares de visualizações

Por Letícia Souza

Vitor Hugo
Reprodução/ Instagram

Você já ouviu falar nas tortas de Goiânia? Os doces super recheados e cobertos com muita calda são a sensação das feiras de rua na capital de Goiás. Por lá, o público forma fila para provar as deliciosas receitas servidas em potes de isopor, com um ou dois sabores e preços de até R$ 30.

Vitor Hugo, dono de barraca com o mesmo nome, é um dos feirantes que faz sucesso na cidade. Tamanha repercussão das tortas, o confeiteiro se divide entre três feiras para atender o público de diferentes regiões.

O empresário conta que a barraca viralizou de forma orgânica nas redes socais. Hoje, o perfil no Tiktok conta com mais de 183 mil seguidores, milhares de visualizações e quase 5 milhões de curtidas. 

Além do conteúdo que ele produz como divulgação, também virou febre entre os clientes gravarem vídeos compartilhando a montagem dos pedidos e as enormes filas. As muitas opções de sabores também fazem sucesso. Entre as opções, há combinações clássicas e inovadoras, como sonho de valsa, leite ninho, red velvet, brigadeiro, prestígio e abacaxi com coco. 

O criador do negócio conta que sua relação com a confeitaria começou dentro de casa, inspirado por sua tia, que há 20 anos já vendia tortas nas feiras da cidade. O que era uma tradição familiar acabou se transformando em um verdadeiro fenômeno.

Hoje, Vitor atende em sua barraca três dias por semana, ficando cerca de três horas em cada feira, além de cuidar das encomendas. Com o sucesso crescente, ele já planeja expandir ainda mais o negócio e continuar adoçando o paladar dos goianienses.

Outras confeiteiras também bombam com a venda de tortas em Goiânia. Lorena, na Feira da Praça do Avião, e Sabrina Araújo, na Feira da Lua, conquistam muitos paladares com fatias de torta que pesam até 500 gramas. Se for visitar, atenção para as filas, que podem demorar de 20 minutos a duas horas. 

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